Gestão de frete embarcador: dicas para contratação de TAC eficaz

Sem Parar Empresas: caminhoneiro estacionado verificando o celular com contato à gestão de frete embarcador

A contratação de caminhoneiros autônomos desempenha um papel fundamental na eficiência das operações de transporte, e a gestão de frete embarcador é a área responsável por isso. Para otimizar o processo e garantir uma gestão eficaz, alguns cuidados são essenciais. Entre eles, conhecer bem o caminhoneiro, verificando sua documentação e contatos.

Além disso, práticas transparentes no pagamento do frete, com opções eletrônicas habilitadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), garantem uma relação mais eficiente e segura entre embarcadores e autônomos. Pensando nisso, trouxemos alguns dos principais pontos de atenção para uma contratação de TAC eficiente. 

 

Qual TAC a gestão de frete embarcador deve contratar?

É fundamental conhecer a diferença entre as modalidades de Transportador Autônomo de Cargas  (TAC) para contratar o melhor modelo. Nesse sentido, há duas possibilidades:

  1. TAC Agregado: nesse modelo, o caminhoneiro autônomo é vinculado a uma transportadora, atuando de maneira integrada à frota, mas mantém sua autonomia jurídica - sem vínculo empregatício, apenas contrato prolongado. Esse formato é adequado quando a empresa busca uma gestão padronizada de suas operações, e também é indicado quando há uma demanda constante e regular de transporte.

  2. TAC Independente: o caminhoneiro atua de forma ainda mais autônoma, não estando vinculado à transportadora, apenas prestando serviços pontuais, formalizados em contratos individuais. Esse modelo é indicado quando se busca flexibilidade e diversificação nos serviços, especialmente em operações sazonais ou com demandas variáveis.

 

Entender a diferença entre TAC Agregado e TAC Independente permite que as empresas escolham o modelo mais alinhado com suas necessidades operacionais e estratégicas. Cada abordagem tem suas vantagens, e a escolha dependerá do perfil e das demandas específicas de cada ocasião.

 

Dicas para a gestão de frete embarcador na contratação

Antes de realizar a contratação de transportadores autônomos, é essencial observar alguns requisitos básicos. Certificar-se de que o profissional atenda a esses critérios contribui para um contrato mais seguro e eficiente. São eles:

  • Documentação completa: exigir documentos específicos, como CNPJ ou CPF, certificado do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC), comprovação de regularidade fiscal e CNH na categoria correta. 

  • Emissão de nota fiscal: verificar a capacidade do profissional para emitir notas fiscais, assegurando a legalidade e transparência nas operações.

  • Comprovação de experiência: avaliar a experiência prévia do transportador autônomo, considerando o tempo de atuação e os tipos de cargas já transportadas.

Além disso, existem boas práticas para evitar dores de cabeça nas contratações:

  1. Compreenda a composição de preço: entender detalhadamente como o preço é composto, considerando combustível, manutenção, pedágios e demais custos envolvidos.

  2. Verifique se há especialização em tipo de carga: verificar se o transportador possui especialização em um tipo específico de carga, garantindo maior expertise e cuidado no transporte - principalmente, no transporte de cargas perigosas.

  3. Avalie o veículo: conhecer a condição do caminhão do transportador, assegurando que o veículo esteja em boas condições de operação.

  4. Crie contratos claros e detalhados: elaborar contratos claros e detalhados, incluindo prazos, valores, condições de pagamento e responsabilidades de ambas as partes.

 

Atenção aos meios de pagamento de TAC!

É fundamental também compreender as regras para efetuar o pagamento do frete e pedágio ao Transportador Autônomo de Cargas (TAC), garantindo uma relação transparente e respeitando a legislação vigente. O pagamento de frete pode ser feito de duas maneiras: 

  1. Depósito bancário: depósito direto na conta do prestador de serviço, seguindo as condições previamente acordadas no contrato de transporte.

  2. Pagamento eletrônico homologado: feito em sistemas de gestão eletrônica de frete homologados pela ANTT, assegurando praticidade, rastreabilidade e conformidade com a legislação.

Além disso, é indispensável seguir a Lei do Vale-Pedágio (Lei nº 10.209/01), que determina ser de responsabilidade do contratante garantir que o valor das praças de cobrança esteja coberto antecipadamente à viagem. Vale lembrar que esse acerto também possui suas regras, sendo permitidas algumas formas de pagamento, como tag ou cupom do vale-pedágio

💡Confira todas as informações para contratação de TAC caminhoneiro

 

Torne sua gestão de frete embarcador mais prática!

Em resumo, compreender as regras para arcar com os custos do frete e realizar o pagamento de pedágio para caminhoneiro é essencial para uma relação comercial transparente e eficiente. Optar por métodos homologados, como depósito bancário e pagamento eletrônico, e seguir as normativas da Lei do Vale-Pedágio garantem uma parceria justa e alinhada com as legislações. 

Lembre-se, quanto mais informado o contratante estiver, melhores serão as decisões de negócio. Por isso é muito importante se aprofundar ainda mais nas informações sobre Transportador Autônomo de Cargas para garantir operações de transporte mais seguras, eficientes e vantajosas.

 

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